A janela estava aberta.
As cortinas amareladas balançavam suavemente.
O dia estava bonito.
O sol brilhava forte e o céu era de um azul limpo.
A luz invadia e iluminava a pequena mesinha de madeira do interior da sala.
Ah... aquela mesinha!
Uma caneta também havia ali, e embaixo um bilhete.
Bilhete.
Por que bilhetes sempre dão sensações estranhas?
Previstas?
Não gosto de previsões.
As deixo para os meteorologistas.
A vida acontece.
As coisas acontecem, em frações de segundos.
A mesinha de madeira continua lá,
e o bilhete...
Ah, o bilhete nunca foi lido.
E ainda sim, eles foram felizes, por longos e intensos anos.
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